
"Les temps sont durs pour les rêveurs"
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“Quando você mata um homem, está roubando uma vida. Está roubando da esposa o direito de ter um marido, roubando dos filhos um pai. Quando mente, está roubando de alguém o direito de saber a verdade. Quando trapaceia, está roubando o direito à justiça. Não há ato mais infame do que roubar.” (O caçador de pipas – Khaled Hosseini)
Na cultura mulçumana ou na ocidental é universal a tentativa de classificar as peculiaridades humanas. E assim, não é tão difícil se perguntar: no final das contas, que diferença faz esses critérios? Afinal, os agentes pecadores não estão da mesma maneira desagradando a Deus e prejudicando o seu semelhante?
Seja em qualquer cultura ou em qualquer lugar, assistindo um jornal ou através de uma simples observação das atuais ruas de centros urbanos durante uma caminhada, infelizmente é verídico admitirmos que é pleonasmo, redundância e nariz de cera dizer que o mundo anda caótico e que a espécie humana tem cada vez mais cavado seu próprio abismo.
Incontáveis têm sido os crimes contra o próximo. E desnecessário seria listar as atrocidades que me afadigam o coração e deixam cair minhas pálpebras por decepção. Mesmo assim: quantas vezes teremos que ver menores abandonados nas ruas, morte, corrupção, desonestidade, prostituição, manipulação intelectual e outras diversas atrocidades ao gênero humano? Até quando? E principalmente: até quando a ignorância, individualismo, inércia e comodidade das pessoas serão entraves e viseiras para que simplesmente se conformem com a realidade e não façam nada pra alterá-la?
Percebendo o caos, me entristeço em saber que existem muitas pessoas marginalizadas de conhecimento, sem esperança, interesse e inclusive faltosas, devido a diversos aspectos, de perspectivas sobre a vida. Mais ainda me entristeço quando vejo que pouco tenho feito efetivamente para ser uma agente de propagação do amor que Jesus mandou-me praticar: o amar o próximo como a ti mesmo.
Visto a problemática fica uma pergunta: Quanto tempo será ainda será perdido inutilmente nos preocupando apenas com nós mesmos e fugindo da responsabilidade que nos cabe?
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Depois de um longo e doloroso inverno estou aqui. Agora um pouco enferrujada fica dito que senti saudade de escrever no blog. Sem mais por enquanto. ^^
Obs: Foto de Sebastião Salgado.by: Lívia Barcelos Gualberto.
